Há cerca de 3 anos tudo começou a mudar na vida dela. Depois de perder o pai tudo começou a desmoronar-se... De um dia para o outro, quase sem saber porquê, o marido "abandonou-a"... quando ela mais precisava de um ombro para chorar, de apoio para continuar...
E deixaram de fazer vida em comum: de dormirem na mesma cama, de comerem à mesma mesa... E nada voltou a ser igual. Ao filho de ambos ele deixou de falar e a criança, na altura com 9 anos, ressentiu-se... muito. A ponto de a professora falar com a mãe para saber o que se tinha passado.
Tinha ficado tão feliz com o regresso do pai, depois de vários anos fora do país e apenas a vê-lo 3 a 4 semanas por ano.
Ela continuava a pôr a mesa para 3 pessoas. Uma vez, e outra e outra... Até que desistiu. Sem saber porquê...
Continuava à espera dele... que passava uma, duas, três, muitas noites fora de casa...
Ele, habituado a não dar satisfações de qualquer natureza pelo facto de ter estado fora do país tanto tempo, assim continuou, fazendo uma vida completamente à parte. Sem respeito pelo sentimento que os uniu...
Mais tarde, ela veio a saber pela advogada que ele disse ter casado "por amor". Ela pensou o que adiantava saber disso agora se esse amor já não se manifestava, já não era respeitado...
Ela também casou por amor. Não o teria feito se não o sentisse.
E foi um dia tão feliz! Sem estar nervosa, como é comum a todas as noivas, sabia bem o que queria e o que estava a fazer. Controlou bem o facto de ser o centro das atenções naquele dia, entre famíla de perto e de longe, entre os amigos... e nem a situação de atraso do padre que iria celebrar a cerimónia a perturbou.
É triste, depois de tantos anos, passar um fim-de-semanda doente e não ter quem se preocupe em perguntar se precisa de um copo de água.
Ela continuava a pôr a mesa para 3 pessoas. Uma vez, e outra e outra... Até que desistiu. Sem saber porquê...
Continuava à espera dele... que passava uma, duas, três, muitas noites fora de casa...
Ele, habituado a não dar satisfações de qualquer natureza pelo facto de ter estado fora do país tanto tempo, assim continuou, fazendo uma vida completamente à parte. Sem respeito pelo sentimento que os uniu...
Mais tarde, ela veio a saber pela advogada que ele disse ter casado "por amor". Ela pensou o que adiantava saber disso agora se esse amor já não se manifestava, já não era respeitado...
Ela também casou por amor. Não o teria feito se não o sentisse.
E foi um dia tão feliz! Sem estar nervosa, como é comum a todas as noivas, sabia bem o que queria e o que estava a fazer. Controlou bem o facto de ser o centro das atenções naquele dia, entre famíla de perto e de longe, entre os amigos... e nem a situação de atraso do padre que iria celebrar a cerimónia a perturbou.
É triste, depois de tantos anos, passar um fim-de-semanda doente e não ter quem se preocupe em perguntar se precisa de um copo de água.
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